Segmento · Moda

Inteligência para redes de moda:
vitrine, provador e conversão.

Em moda a venda começa na calçada. A vitrine para o cliente ou não para, ele entra ou segue, e quase nada disso vira número na hora de decidir a próxima troca.

O problema

A vitrine é uma hipótese não testada.

Troca-se vitrine por calendário e por opinião. Quantos passaram, quantos pararam e quantos entraram continuam sendo três perguntas sem resposta, mesmo em rede grande.

Taxa de atração da vitrine

Passante, parada e entrada são três números diferentes. Sem eles, comparar a vitrine desta semana com a da semana passada é comparar sensação com sensação.

Conversão real da loja

Venda dividida por fluxo, e não por meta. É o indicador que mostra se o problema da loja é atrair gente ou converter quem já entrou.

Permanência e circulação

Onde o cliente anda dentro da loja, quais áreas ele ignora e quanto tempo permanece. É o que informa layout e posicionamento de coleção com evidência.

Cobertura de atendimento

Se a equipe está nas zonas certas nos horários de maior fluxo. Em moda, abordagem no momento errado custa tanto quanto a ausência dela.

Efeito de campanha e coleção

Separar o que a campanha trouxe de movimento do que ela só antecipou de venda. Uma coisa é crescimento, a outra é calendário.

Loja de shopping contra loja de rua

Formatos com padrão de fluxo muito diferente. Compará-los sem esse ajuste produz um ranking que não ajuda ninguém.

Leitura

O que a Sight mede em uma loja de moda.

A plataforma é a mesma em qualquer segmento. O que muda é qual sinal explica o resultado aqui, e é por ele que a implantação começa.

Ver a plataforma

Vitrine

Passantes, paradas e entradas, com a taxa de atração da vitrine por período. A troca de vitrine passa a ter antes e depois, em vez de opinião.

Fluxo e zonas

Circulação dentro da loja, permanência por área e quais seções concentram ou perdem movimento.

Conversão

Fluxo cruzado com transação, por horário e por dia, comparado ao histórico da própria loja.

Cobertura de equipe

Presença nas zonas de venda ao longo do turno, em nível agregado, para escala e não para avaliação individual.

Na prática

O tipo de leitura que chega.

Formato real do que a operação recebe: o que está acontecendo, em qual loja e o que fazer a respeito.

LeituraVitrine nova parou 38% mais gente que a anterior, mas a entrada não acompanhou. O problema mudou de lugar: está na porta, não na vitrine.
RiscoLoja 14: sábado com fluxo acima da média e conversão abaixo do próprio histórico nas duas horas de maior movimento.
OportunidadeA seção nova concentra permanência mas responde por pouca venda. Vale testar a mudança de posição da caixa registradora da área.

Exemplos ilustrativos do formato dos alertas. Os gatilhos e os limites são calibrados com cada rede.

Dúvidas frequentes

Sobre moda.

Mede o fluxo e a permanência na zona do provador, em contagem agregada. Não há identificação de pessoa e não há captação dentro da cabine, o que está fora do escopo do produto.

Sim, e a diferença entre os dois formatos é justamente parte do que o modelo considera. Comparar os dois sem ajustar o padrão de fluxo produz conclusão errada.

Dá, cruzando fluxo, venda e o período da campanha, com o contexto de clima e calendário isolado. É o que separa movimento novo de venda antecipada.

Próximo passo

Vamos olhar a sua rede de moda.

Em 30 minutos o time entende o seu porte, o formato das suas lojas e o ponto cego que mais custa, e mostra por onde começar.

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