Taxa de atração da vitrine
Passante, parada e entrada são três números diferentes. Sem eles, comparar a vitrine desta semana com a da semana passada é comparar sensação com sensação.
Em moda a venda começa na calçada. A vitrine para o cliente ou não para, ele entra ou segue, e quase nada disso vira número na hora de decidir a próxima troca.
Troca-se vitrine por calendário e por opinião. Quantos passaram, quantos pararam e quantos entraram continuam sendo três perguntas sem resposta, mesmo em rede grande.
Passante, parada e entrada são três números diferentes. Sem eles, comparar a vitrine desta semana com a da semana passada é comparar sensação com sensação.
Venda dividida por fluxo, e não por meta. É o indicador que mostra se o problema da loja é atrair gente ou converter quem já entrou.
Onde o cliente anda dentro da loja, quais áreas ele ignora e quanto tempo permanece. É o que informa layout e posicionamento de coleção com evidência.
Se a equipe está nas zonas certas nos horários de maior fluxo. Em moda, abordagem no momento errado custa tanto quanto a ausência dela.
Separar o que a campanha trouxe de movimento do que ela só antecipou de venda. Uma coisa é crescimento, a outra é calendário.
Formatos com padrão de fluxo muito diferente. Compará-los sem esse ajuste produz um ranking que não ajuda ninguém.
A plataforma é a mesma em qualquer segmento. O que muda é qual sinal explica o resultado aqui, e é por ele que a implantação começa.
Passantes, paradas e entradas, com a taxa de atração da vitrine por período. A troca de vitrine passa a ter antes e depois, em vez de opinião.
Circulação dentro da loja, permanência por área e quais seções concentram ou perdem movimento.
Fluxo cruzado com transação, por horário e por dia, comparado ao histórico da própria loja.
Presença nas zonas de venda ao longo do turno, em nível agregado, para escala e não para avaliação individual.
Formato real do que a operação recebe: o que está acontecendo, em qual loja e o que fazer a respeito.
Exemplos ilustrativos do formato dos alertas. Os gatilhos e os limites são calibrados com cada rede.
Mede o fluxo e a permanência na zona do provador, em contagem agregada. Não há identificação de pessoa e não há captação dentro da cabine, o que está fora do escopo do produto.
Sim, e a diferença entre os dois formatos é justamente parte do que o modelo considera. Comparar os dois sem ajustar o padrão de fluxo produz conclusão errada.
Dá, cruzando fluxo, venda e o período da campanha, com o contexto de clima e calendário isolado. É o que separa movimento novo de venda antecipada.
Em 30 minutos o time entende o seu porte, o formato das suas lojas e o ponto cego que mais custa, e mostra por onde começar.