Chuva à tarde nas lojas 14, 22 e 31. Fluxo projetado abaixo da média.
Agimos onde os projetos de dados param.












As câmeras que você já tem passam a medir fluxo, fila e vitrine. Sem trocar equipamento, sem obra.
A IA cruza o que a loja viu com o que ela vendeu, e com o que explicava o dia.
O aviso chega a quem pode agir, com a ação sugerida, enquanto o turno ainda corre.
Não é relatório para abrir depois. É ação prática para os próximos 5 minutos.
Chuva à tarde nas lojas 14, 22 e 31. Fluxo projetado abaixo da média.
Entrada 18% acima do padrão para uma terça na loja 22.
Fila do caixa 2 em 6,2 minutos, acima do limite da rede.
A vitrine nova parou 38% mais gente, mas a entrada não subiu.
Corredor 2 sem cobertura há 40 minutos, no horário de maior fluxo.
Conversão do dia em 22%, dois pontos acima da terça passada.
Chuva à tarde nas lojas 14, 22 e 31. Fluxo projetado abaixo da média.
Entrada 18% acima do padrão para uma terça na loja 22.
Fila do caixa 2 em 6,2 minutos, acima do limite da rede.
A vitrine nova parou 38% mais gente, mas a entrada não subiu.
Corredor 2 sem cobertura há 40 minutos, no horário de maior fluxo.
Conversão do dia em 22%, dois pontos acima da terça passada.
O aviso resolve o turno. A série resolve o mês. Troque a métrica para ver o que cada uma indica e o que ela pede de quem gere a loja.
A conversão cai justamente nos dias de maior movimento. Mais gente na loja está gerando menos venda por pessoa, o que aponta para gargalo de atendimento, não de atração.
Quais lojas destoam e por quê. Onde a mesma correção resolve dez unidades de uma vez.

Qual loja visitar primeiro e o que olhar antes de entrar. A visita deixa de ser rodízio.

Hora, local e ação sugerida. Nada para interpretar no meio do movimento.

Nenhuma rede liga tudo de uma vez.
Prova em um grupo de lojas, depois escala.
Olhamos o seu parque de câmeras e dizemos o que já dá para medir.
Um grupo pequeno entra primeiro e calibra os alertas ao que a sua rede chama de risco.
Com o modelo calibrado, as demais lojas entram em ondas sucessivas.
Depende de quantas lojas entram no piloto e de como está o parque de câmeras. O diagnóstico devolve esse prazo olhando a sua rede, em vez de uma média que não descreve operação nenhuma.
Na maioria dos casos, não. O equipamento de borda usa a infraestrutura existente. Onde a cobertura de câmera não alcança um ponto crítico, isso aparece no diagnóstico como complemento pontual.
Quem pode agir sobre eles. O desenho é feito com a rede: o que vai para a loja, o que vai para a regional e o que fica só no acompanhamento da diretoria.
A plataforma registra o que foi enviado e o que mudou depois. Alerta que ninguém abre costuma ser problema de calibragem, não de disciplina, e é tratado como ajuste do modelo.
Não. Ela recomenda e alerta. Abrir caixa, remanejar equipe e trocar vitrine seguem sendo decisão de quem opera a loja.
Uma loja basta para provar.
O diagnóstico diz qual.