30 anos em campo
Três décadas de operação dentro das maiores redes do país, antes de existir plataforma.
Trinta anos de chão de loja, agora com leitura.
O varejo físico sempre foi rico em sinais. A porta, o corredor, a fila, a vitrine. Nada disso virava informação, e o que não vira informação não vira decisão. A Sight existe para fechar essa distância, sem transformar a loja em lugar vigiado.
Já estávamos na loja quando decidimos que dava para ler o que acontecia nela. Presença nacional muda o que é possível prometer.
Três décadas de operação dentro das maiores redes do país, antes de existir plataforma.
Atendimento onde a rede tem loja, não só onde a tecnologia costuma chegar primeiro.
Estrutura própria para implantar e para sustentar depois que o projeto sai do papel.
Na capital e na cidade de trinta mil habitantes. É a parte que software nenhum resolve.
















Redes atendidas pela operação de campo que deu origem à Sight.
Um produto que lê a loja podia ir para muitos lugares. Estes são os limites que escolhemos, e eles pesam mais do que qualquer lista de recursos.
Nada de reconhecimento facial e nada de identificar quem entra. Se uma leitura só existe violando isso, ela fica de fora.
A plataforma sugere e alerta. Abrir caixa, remanejar time e mudar vitrine seguem sendo decisão de gente.
A rede já investiu pesado em câmera, ERP e BI. Começamos por fazer esse investimento render.
É fácil encher a operação de notificação. O trabalho é calibrar para chegar pouco e chegar certo.
Tecnologia aplicada a problema concreto de varejo físico. Do modelo de visão computacional à loja com infraestrutura imperfeita.
Trinta minutos sobre a sua operação.
Sem compromisso e sem apresentação.