Fila no balcão
O tempo de espera no balcão e no caixa é o indicador que mais explica venda perdida no segmento. Hoje ele é percebido, não medido, e por isso não entra em nenhuma decisão de escala.
Em farmácia o cliente entra decidido e com pressa. O que separa a venda da desistência raramente é preço: é quanto tempo ele espera e se alguém chegou até ele antes disso.
A compra em farmácia tem janela curta. Quem entra por urgência não negocia com a fila, e a perda dessa venda não aparece em lugar nenhum: ninguém registra quem saiu sem comprar.
O tempo de espera no balcão e no caixa é o indicador que mais explica venda perdida no segmento. Hoje ele é percebido, não medido, e por isso não entra em nenhuma decisão de escala.
Quem entra por necessidade imediata tem tolerância mínima. Saber em que horários a loja falha nesse contrato é o que permite dimensionar o turno pelo movimento real, não pela média do mês.
Quantos clientes chegaram ao balcão e quantos foram atendidos antes de desistir. A diferença entre esses dois números é a conta que ninguém faz.
Redes de farmácia têm muitas lojas pequenas e parecidas. Sem medir igual em todas, a comparação vira opinião sobre qual gerente é melhor.
A campanha trouxe gente ou só trouxe desconto para quem já viria? Separar as duas coisas exige cruzar fluxo com venda, não olhar faturamento.
Feriado municipal, evento na região e clima mudam o padrão de uma unidade sem mudar o das outras. Sem esse contexto, a queda do dia vira cobrança injusta.
A plataforma é a mesma em qualquer segmento. O que muda é qual sinal explica o resultado aqui, e é por ele que a implantação começa.
Tamanho de fila e espera no balcão e no caixa, com o momento exato em que passa do limite que a rede definiu. No segmento, é o indicador que mais explica venda perdida.
Quantas pessoas entram e quando, para dimensionar a escala pelo movimento real de cada unidade.
Quanto do fluxo virou transação no PDV, por faixa de horário. É o indicador que revela o custo da espera.
Clima, calendário e feriado local cruzados com o dia da loja, para separar problema de operação de variação de demanda.
Formato real do que a operação recebe: o que está acontecendo, em qual loja e o que fazer a respeito.
Exemplos ilustrativos do formato dos alertas. Os gatilhos e os limites são calibrados com cada rede.
Sim. O que muda em loja pequena é o número de pontos de observação, não o método. O ganho no segmento vem justamente de medir muitas unidades pequenas do mesmo jeito.
Sim, e é assim que funciona. A contagem é de pessoas em uma zona e do tempo que a zona leva para esvaziar. Não há identificação individual em momento nenhum.
Sim. Sem o PDV não existe conversão, então a integração faz parte do desenho da implantação, não é um adicional.
Em 30 minutos o time entende o seu porte, o formato das suas lojas e o ponto cego que mais custa, e mostra por onde começar.