Segmento · Farmácias

Inteligência para redes de farmácias
entenderem fluxo, fila e recorrência.

Em farmácia o cliente entra decidido e com pressa. O que separa a venda da desistência raramente é preço: é quanto tempo ele espera e se alguém chegou até ele antes disso.

O problema

A pressa é o negócio.

A compra em farmácia tem janela curta. Quem entra por urgência não negocia com a fila, e a perda dessa venda não aparece em lugar nenhum: ninguém registra quem saiu sem comprar.

Fila no balcão

O tempo de espera no balcão e no caixa é o indicador que mais explica venda perdida no segmento. Hoje ele é percebido, não medido, e por isso não entra em nenhuma decisão de escala.

Urgência e conveniência

Quem entra por necessidade imediata tem tolerância mínima. Saber em que horários a loja falha nesse contrato é o que permite dimensionar o turno pelo movimento real, não pela média do mês.

Atendimento no balcão

Quantos clientes chegaram ao balcão e quantos foram atendidos antes de desistir. A diferença entre esses dois números é a conta que ninguém faz.

Comparação entre unidades

Redes de farmácia têm muitas lojas pequenas e parecidas. Sem medir igual em todas, a comparação vira opinião sobre qual gerente é melhor.

Efeito de campanha

A campanha trouxe gente ou só trouxe desconto para quem já viria? Separar as duas coisas exige cruzar fluxo com venda, não olhar faturamento.

Contexto local

Feriado municipal, evento na região e clima mudam o padrão de uma unidade sem mudar o das outras. Sem esse contexto, a queda do dia vira cobrança injusta.

Leitura

O que a Sight mede em uma farmácia.

A plataforma é a mesma em qualquer segmento. O que muda é qual sinal explica o resultado aqui, e é por ele que a implantação começa.

Ver a plataforma

Fila e tempo de espera

Tamanho de fila e espera no balcão e no caixa, com o momento exato em que passa do limite que a rede definiu. No segmento, é o indicador que mais explica venda perdida.

Fluxo e horário de pico

Quantas pessoas entram e quando, para dimensionar a escala pelo movimento real de cada unidade.

Conversão

Quanto do fluxo virou transação no PDV, por faixa de horário. É o indicador que revela o custo da espera.

Contexto externo

Clima, calendário e feriado local cruzados com o dia da loja, para separar problema de operação de variação de demanda.

Na prática

O tipo de leitura que chega.

Formato real do que a operação recebe: o que está acontecendo, em qual loja e o que fazer a respeito.

RiscoUnidade 07: espera no balcão acima de 5 minutos há 20 minutos, no horário de maior fluxo do dia.
LeituraFluxo alto e conversão baixa entre 18h e 19h em quatro unidades da mesma região. O padrão não aparece nas demais.
ContextoFeriado municipal deslocou o pico da unidade 12 em duas horas. A queda da manhã não é problema de operação.

Exemplos ilustrativos do formato dos alertas. Os gatilhos e os limites são calibrados com cada rede.

Dúvidas frequentes

Sobre farmácias.

Sim. O que muda em loja pequena é o número de pontos de observação, não o método. O ganho no segmento vem justamente de medir muitas unidades pequenas do mesmo jeito.

Sim, e é assim que funciona. A contagem é de pessoas em uma zona e do tempo que a zona leva para esvaziar. Não há identificação individual em momento nenhum.

Sim. Sem o PDV não existe conversão, então a integração faz parte do desenho da implantação, não é um adicional.

Próximo passo

Vamos olhar a sua rede de farmácias.

Em 30 minutos o time entende o seu porte, o formato das suas lojas e o ponto cego que mais custa, e mostra por onde começar.

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