Cobertura das zonas técnicas
Seções que exigem especialista ficam descobertas justamente nos horários de maior movimento. É a perda mais cara da loja e a menos visível.
Loja grande tem um problema que loja pequena não tem: a distância entre o cliente com dúvida e a pessoa que sabe responder. Em ticket alto, essa distância é o que decide a venda.
Em home center a compra é considerada, o ticket é alto e a dúvida técnica é parte da jornada. Quando ninguém chega até quem está parado diante da prateleira, a venda não cai: ela some sem registro.
Seções que exigem especialista ficam descobertas justamente nos horários de maior movimento. É a perda mais cara da loja e a menos visível.
Quais corredores concentram fluxo, quais são atravessados sem parada e quais nunca são alcançados. Em metragem grande, layout é decisão de receita.
A loja inteira converte bem enquanto uma seção específica não converte. Sem medir por zona, esse buraco fica escondido na média.
Carrinho cheio e fila longa é a combinação que produz abandono tardio, depois de o cliente já ter feito todo o trabalho de escolha.
A ponta de gôndola nova atraiu parada ou só ocupou espaço? Em loja grande, testar isso por percepção é inviável.
Dois públicos diferentes na mesma loja, com jornadas e necessidades de equipe distintas. Tratar como uma coisa só é escalar errado nos dois.
A plataforma é a mesma em qualquer segmento. O que muda é qual sinal explica o resultado aqui, e é por ele que a implantação começa.
Presença agregada da equipe nas seções que exigem especialista ao longo do turno, cruzada com o fluxo daquela área naquele horário. É a perda mais cara da loja e a menos visível.
Circulação e permanência em área grande, com o mapa de onde o movimento se concentra e onde ele nem chega.
Relação entre movimento na seção e venda dos produtos daquela seção, para achar o buraco que a média esconde.
Espera no caixa e na área de retirada, com alerta quando passa do limite definido pela rede.
Formato real do que a operação recebe: o que está acontecendo, em qual loja e o que fazer a respeito.
Exemplos ilustrativos do formato dos alertas. Os gatilhos e os limites são calibrados com cada rede.
Não. O diagnóstico define os pontos de observação que importam para as perguntas da rede. Cobertura total costuma ser mais cara e menos útil que cobertura bem escolhida.
Não. A leitura é de cobertura de zona em nível agregado, para escala e dimensionamento. Avaliação individual está fora do escopo do produto.
Sim. Altura e ângulo entram na calibragem dos modelos durante a implantação, e o diagnóstico aponta onde o posicionamento atual precisa de ajuste.
Em 30 minutos o time entende o seu porte, o formato das suas lojas e o ponto cego que mais custa, e mostra por onde começar.