Minimização por desenho
A plataforma coleta o que a decisão exige e nada além. O dado que não muda nenhuma decisão não é coletado, o que é a forma mais segura de protegê-lo.
A pergunta chega sempre, e é a pergunta certa. Esta página responde onde o vídeo fica, o que trafega, o que é guardado e o que a arquitetura simplesmente não permite fazer.
O que interessa para a operação é o movimento, não quem se moveu.
Saber que a fila do caixa 2 passou de seis minutos resolve o problema. Saber quem estava nela não acrescenta nada à decisão e cria um risco que a rede não precisa carregar. A arquitetura foi desenhada nessa ordem: privacidade primeiro, medição depois.
Três passos, e o mais importante é o primeiro: a imagem não viaja.
O processamento de visão computacional roda no equipamento de borda instalado na própria loja. O vídeo é analisado ali e não é transmitido para a nuvem como insumo de analytics.
O que trafega para fora da loja é contagem agregada: quantas entradas, quanto tempo de fila, qual permanência por zona. Não há imagem de pessoa nem identificador individual nesse trânsito.
A base que sustenta os relatórios é feita de séries numéricas por loja, zona e período. É a partir dela, e só dela, que a camada de IA trabalha.
Princípio sem governança é intenção. Estes são os pontos que costumam ser auditados por jurídico e segurança da informação nas redes.
A plataforma coleta o que a decisão exige e nada além. O dado que não muda nenhuma decisão não é coletado, o que é a forma mais segura de protegê-lo.
A rede é a controladora dos dados da sua operação. A Sight opera a plataforma sobre eles, com finalidade, escopo e prazo acordados em contrato.
O tráfego entre a borda e a plataforma é cifrado, com acesso segmentado por perfil e registro de quem consultou o quê.
Prazo de guarda do agregado definido com a rede, com expurgo ao fim do período. Sem retenção indefinida por padrão.
A sinalização de monitoramento na loja é parte do processo de implantação, e não um detalhe deixado para depois.
O desenho de fluxo de dados fica documentado, no formato que jurídico e segurança da informação precisam para avaliar.
Não. Nem como recurso, nem como opção contratável. A leitura é de padrão de movimento em contagem agregada, e o desenho da plataforma não prevê identificação de pessoa.
É uma estimativa estatística agregada do público de um período, do tipo "no sábado à tarde o público foi predominantemente adulto". Não é identificação, não fica associada a uma pessoa e não permite reconhecer alguém depois.
O CFTV da rede continua sendo o CFTV da rede, sob a política de segurança que ela já tem. O que a Sight faz é diferente: analisa a imagem na borda e trabalha a partir dos números resultantes, sem usar o vídeo como base de analytics.
A rede varejista. A Sight atua sobre esses dados na condição de operadora, com finalidade e escopo definidos em contrato, conforme a LGPD.
Não é para isso que a leitura de equipe existe. Ela mede cobertura de zona ao longo do turno, para escala e dimensionamento, em nível agregado. Uso para avaliação individual está fora do escopo do produto.
Sim, e a sinalização faz parte da implantação. A orientação sobre comunicação no ponto de venda entra junto com o desenho técnico.
A documentação de fluxo de dados existe para ser lida por quem vai avaliar. O diagnóstico pode incluir essa etapa desde o começo.