Fluxo de pessoas
Quantas pessoas entraram, quando, por onde andaram e onde pararam. É a base de tudo que vem depois: sem saber quanta gente passou, nenhum outro número tem denominador.
O dado nasce na loja e se torna ação inteligente no dia a dia.
As câmeras que você já tem passam a medir. O processamento fica na loja.
A IA cruza o que a loja viu com o que ela vendeu, e explica o resultado.
Seis leituras que hoje não existem,
ou chegam tarde para mudar algo.
Quantas pessoas entraram, quando, por onde andaram e onde pararam. É a base de tudo que vem depois: sem saber quanta gente passou, nenhum outro número tem denominador.
Fluxo cruzado com transação do PDV. A pergunta deixa de ser quanto vendeu e passa a ser quanto do movimento virou venda.
Tamanho de fila, tempo de espera e caixas abertos, no momento em que abrir mais um ainda salva a hora do pico.
Quantos passaram, quantos pararam e quantos entraram. A vitrine passa a ter taxa de atração, não só opinião.
Presença nas zonas de venda ao longo do turno, para escala e cobertura, sem avaliação individual de pessoas.
O mapa de onde o movimento se concentra dentro da loja, e quais áreas ficam fora do trajeto da maioria.
Fatores externos analisados e cruzados em tempo real, gerando ações para seu time.
Chuva e temperatura do turno. Em loja de rua, derruba o fluxo sem derrubar a operação.
Feriado nacional e municipal, véspera, data comemorativa e dia de pagamento.
Show, jogo, obra na via de acesso. O que move uma loja e não as outras.
O que estava anunciado e desde quando. Separa movimento novo de venda antecipada.
Sua equipe não precisa abrir o portal para descobrir um problema de ontem que não vai mudar o resultado. Nós entregamos a ação mastigada.
A visão da rede inteira, comparação entre lojas e histórico. Onde se entende o padrão e se decide o mês.
O gerente recebe o que precisa da atenção dele agora, com a ação sugerida. No turno, não no fechamento.
O alerta chega onde a operação já conversa. Sem treinamento, sem login, sem mais um sistema.
A resposta não é um relatório, e sim a ação que faz sentido agora.
O que chega é leitura, causa provável e o que fazer. Nessa ordem, e só quando merece a sua atenção.
Seis fontes, um único modelo.
Alguns limites são escolha de arquitetura e não mudam com o contrato.
Nada de reconhecimento facial e nada de biometria. A leitura é de padrão de movimento, em número agregado.
Não há histórico de visitante. Quem entrou hoje e quem entrou ontem são movimento, não a mesma ficha reaberta.
A plataforma recomenda e alerta. Abrir o caixa e remanejar o time seguem decisão de quem opera a loja.
Nenhum modelo conhece a sua rede melhor que o seu time. A Sight devolve o que ele não enxerga sozinho.
A diferença aparece menos no painel e mais na conversa de segunda-feira, quando a reunião troca de assunto.
Passamos a discutir a loja com número em vez de impressão. A reunião de segunda mudou de assunto: em vez de justificar a queda, a gente já chega sabendo em qual hora ela aconteceu.
O que me convenceu foi não precisar trocar câmera. O parque estava lá, parado, servindo só para olhar gravação depois que o problema já tinha acontecido.
A fila era um assunto que todo mundo sabia que existia e ninguém media. Hoje o alerta chega antes do pico se formar, e dá tempo de abrir o caixa.
A vitrine deixou de ser opinião. Trocamos por teste, com passante e entrada medidos antes e depois, e três das mudanças que a gente jurava que funcionavam não funcionavam.
O que mais mudou foi a visita à loja. Eu chegava e olhava o que me chamava atenção. Agora eu chego sabendo o que olhar, e a visita rende o dobro.
A parte da privacidade foi a primeira pergunta do nosso jurídico, e foi resolvida na primeira reunião. Imagem não sai da loja, ninguém é identificado, e a documentação existia antes de a gente pedir.
Comparar loja com loja só passou a fazer sentido quando todas mediam a mesma coisa do mesmo jeito. Antes disso era ranking de sorte.
A implantação chegou igual na loja da capital e na cidade de trinta mil habitantes. Para quem tem loja no interior, isso é o que decide.
Recebo pouca coisa por dia, e o que chega merece atenção. Alerta demais eu já tive em outro sistema, e o efeito prático é a equipe parar de olhar.
Quatro momentos, em quatro semanas. O começo é garantir que o dado da loja seja confiável.
Quais câmeras existem, o que cada uma enxerga e quais pontos faltam cobrir.
Entrada, seções, caixas e vitrine passam a ser zonas lógicas da loja.
PDV, ERP, clima, calendário e campanhas em um modelo único.
Alertas calibrados ao que a rede chama de risco, revisados sempre.
Não. A plataforma nasce para o parque já instalado. O diagnóstico mostra o que a infraestrutura atual já cobre e onde vale complementar, ponto a ponto, em vez de trocar tudo.
Não. O processamento acontece no equipamento de borda dentro da loja e o que trafega são números agregados. Imagem de pessoa não vira base de analytics.
Sim. Conversão é fluxo cruzado com transação, então a integração com PDV é parte do desenho, não um adicional. ERP, calendário, clima e campanhas entram no mesmo modelo.
A plataforma é desenhada para redes a partir de 10 lojas com gestão centralizada. Abaixo disso, boa parte do valor, que é comparar loja com loja, ainda não aparece.
Depende do parque instalado, do número de lojas e das integrações. O diagnóstico inicial existe justamente para dar esse prazo com base na sua operação, e não uma média que não descreve ninguém.
Uma loja basta para provar.
O diagnóstico diz qual.